terça-feira, 24 de junho de 2014

- Um novo Ano -

"Porque o Senhor, teu Deus, te fez entrar numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais profundos, que saem dos vales e das montanhas';...

Dt 8. 7-10

Estamos iniciando um novo ano e, acreditamos, uma nova etapa da vida.
As fontes e os mananciais citados acima, nada mais são do que figuras da ilimitada graça de Deus. É que nele se acha a fonte da vida.
Ele menciona também mananciais profundos, que brotam das profundezas do sofrimento, das duras adversidades, das experiências que lembram desertos áridos e das situações simples do cotidiano, que parecem não ter nenhuma relação com tudo que é espiritual e divino.
E assim, é possível afirmar: "Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam".
Amados irmãos, Deus tem essas fontes para nós que tanto precisamos delas todos os dias. Vamos beber dessas águas vivas. Ou melhor, vamos recebê-las bem no fundo do coração, para que a levemos conosco aonde quer que formos.
Vamos, nos próximos dias, nos apropriar dessa herança. Assim veremos que os momentos mais difíceis da vida passam a ser as maiores oportunidades que Deus nos dá e o maior desafio à nossa fé.
São muito raros os mananciais que brotam no vale. Contudo Deus pode nos dar tanto as fontes inferiores como as superiores.
Feliz 2012.

- Pescadores de almas -

Mt 4. 18-22

Um dia, quando estava andando à beira da praia do mar da galileia, Jesus viu dois irmãos: Simão, também chamado Pedro, e seu irmão André. Eles estavam num barco pescando com uma rede, pois eram pescadores por profissão.
Jesus gritou; "Venham comigo e eu lhes mostrarei como se tornar pescadores de homens!"

terça-feira, 17 de junho de 2014

- A inutilidade da profissão religiosa sem a prática; os dois construtores -

O Senhor Jesus encerra o sermão do monte com uma aplicação penetrante. A sua admoestação abrange desde os falsos profetas até os professos cristãos, desde falsos mestres até ouvintes negligentes. Eis aqui uma palavra para todos. Que nós possamos aplicá-la aos nossos próprios corações!
A primeira lição aqui, é a inutilidade de uma profissão meramente externa do cristianismo. Nem todos os dizem 'Senhor, Senhor' entrarão no reino dos céus.
Nem todos que professam o cristianismo, ou se dizem cristãos, serão salvos.
Prestemos atenção a este fato: para salvar uma alma é preciso muito mais do que a maioria das pessoa parece julgar necessário. Podemos até ter sido batizados em nome de Cristo, e nos orgulhar presunçosamente em nossos privilégios eclesiásticos. Podemos ser donos de grande conhecimento intelectual, e estar bem satisfeitos com a nossa condição. Podemos até mesmo ser pregadores

segunda-feira, 9 de junho de 2014

- Pentecostes -


Comemoramos neste dia oito de junho o Pentecostes, data importante para todos os cristãos, mas qual é o papel do Espírito Santo hoje na igreja? Em vários períodos da história da igreja, especialmente quando parece existir uma carência de apreciação por uma consciência do Espírito Santo na igreja, homens e mulheres têm profetizado um novo Pentecostes. Alegando ser um profeta do Espírito Santo, um homem do século II chamado Montano insistiu em que estava conduzindo a igreja para a sua terceira fase. Seguindo a Era do Pai e a Era do Filho, a igreja estava preste a entrar na Era do Espírito. Duas profetizas, Maximilla e Priscilla, se uniram a Montano e predisseram a alvorada do reino milenário. Julgados como hereges pela igreja e enfraquecidos por inúmeras profecias falhas, o Montanismo finalmente desvaneceu. No entanto, seu espírito sobreviveu através da história da igreja aparecendo freqüentemente, muitas vezes com as mesmas ênfases: expressões vocais enlevadas que são tidas como as “línguas” do Novo Testamento, revelações proféticas e obsessões apocalípticas com o fim dos tempos. No coração destes reavivamentos está, freqüentemente, a convicção, dita ou implícita, de que o Pentecostes é ilustrativo em vez de ser definitivo. Em outras palavras, o Livro de Atos, em geral, e os acontecimentos do Pentecostes em particular são tomados como modelos para a igreja hoje em lugar de serem fatos que aconteceram de uma vez por todas. Primeiramente, essa distinção pode parecer forçada, mas podemos facilmente aceitá-la quando a aplicamos a outros grandes acontecimentos da história da redenção. Israel prezou a memória do êxodo e guardou as tábuas da Lei na Arca da Aliança. Houve até festivais estabelecidos como memoriais a esses fatos passados. Mas Israel nunca viu esses fatos como modelos que, de alguma forma, pediam repetição. Não houve mais travessias do Mar Vermelho, acampamentos no deserto, porque estavam, então, na Terra Prometida. Enquanto acontecimentos adicionais na história da redenção eram revelados, novos sinais e maravilhas acompanharam os novos estágios da revelação e da atividade profética. Esses foram como “fogos de artifício” que inauguraram um novo estágio da salvação na história. E, assim como fogos de artifício, eles se desvaneceram no céu. Esperar outro Pentecostes é como exigir outra Criação, outro Messias, outra Crucificação e Ressurreição. Assim como esses eventos, o Pentecostes foi um ato histórico singular de Deus. Ele não serve como um modelo para igreja, mas como capacitação para a igreja. Desde o Pentecostes, estamos vivendo na Era do Espírito. Assim como não existe mais necessidade para sacrifícios adicionais pelo pecado, também não há necessidade para descidas adicionais do Espírito. Quando nosso Senhor estava para subir aos céus, ele deu à Igreja a Grande Comissão prometendo, “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt. 28.20). Ele está conosco porque seu Espírito Santo está conosco (Jo. 14.18). Cada crente recebe o Espírito Santo para sempre (Jo. 14.16). Como o corpo de Cristo, a instituição visível através da qual o reinado celestial de Cristo é exercido, a igreja coletivamente se torna o lugar de habitação do Espírito Santo. Embora não esperemos estágios adicionais de revelação (Hb. 1.1-4), temos o mesmo Espírito dentro de nós, e ele nos faz testemunhas de Cristo até o fim das eras. Porque ele foi dado primeiramente para criar uma igreja a partir do vale dos ossos secos e, então, capacitá-la para sua missão, é correto dizer que somos todos profetas, sacerdotes e reis no novo Israel. Assim como Ezequiel, pregamos àqueles que estão espiritualmente mortos, e o Espírito exala a vida dentro deles. Nossa obra não é profética no sentido de que provê novas revelações, mas é profética porque é a proclamação da Palavra completa de Deus nesse tempo e espaço. Ela é profética em ser levada adiante; e não em predizer. Somado ao fato de sermos profetas, nosso ofício é sacerdotal, uma vez que intercedemos pelos perdidos, em oração, e abrimos as portas da prisão pelo anúncio do Evangelho. É também um oficio real que compartilhamos, porque assumimos o papel confiado primeiramente a Adão em sua inocência, de dominar no reino de Cristo para a glória de Deus, o Pai. Pedro disse: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, afim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que antes não éreis povo, mas agora sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1Pe 2.9,10). Assim, sejam quais forem os dons da graça que Deus nos deu, eles devem obedecer a esta regra: eles não são para nosso próprio prazer ou benefício, mas são para nos equipar em nossa tarefa como povo missionário de Deus. Fonte: CREIO - Redescobrindo o Alicerce Espiritual

– Michael Horton

quarta-feira, 23 de abril de 2014

- Arminianos -


Este termo é geralmente aplicado para aqueles que, tendo sua posição sobre a responsabilidade e livre-arbítrio do homem, negam a soberania e a eleição de Deus. Aqueles que têm opinião contrária são chamados calvinistas. O primeiro teve seu nome retirado de Jacob Armínio, um holandês, que morreu em 1609, o último de João Calvino, um protestante francês, que morreu em 1564; Portanto se pode dizer em geral que, eles têm razão no que afirmam e erram no que eles negam, pois tanto a responsabilidade do homem como a soberania de Deus são verdades divinamente reveladas nas Escrituras. Um filho de Deus é, portanto, chamado a aceitar e acreditar em ambos, mas ele não é chamado para reconciliá-los. Para aqueles que são exercitados sobre este assunto, recomendamos um artigo no Young Believer, vol. 1:172. É bom notar que a responsabilidade e a escolha são geralmente (nas Escrituras) pressionado sobre os incrédulos, ao passo que a soberania e a eleição de Deus são verdades reveladas aos seus filhos, ou como foi muito bem expressado, no exterior da porta da vida está escrito: " quem quiser pode vir ", enquanto que no interior (para ser lido por aqueles que entraram) é " Escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo. " Arminianos podem, portanto , ser comparado a pessoas que , encantado com o que lêem fora , negam o que está escrito dentro , e os calvinistas são as pessoas em pé dentro, que negam o que está escrito fora. Fonte: A Dictionary Of Some Of The More Common Biblical Words And Phrases. 2005; 2005 (5).

Galaxie Software.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

- Cristo nosso exemplo -


Cristo, nosso exemplo Aquilo que pode ser verdade quanto a outros exemplos, não o é de Jesus. Sem importar se são presidentes ou estadistas, inventores ou novelistas, atletas ou artistas, todos os outros grandes exemplos podem inspirar, mas não podem capacitar. Podem motivar-nos, mas não têm o poder de mudar-nos. Nada existe realmente de Benjamim Franklin que possa fazer de mim ou de você o inventor que ele era. Mas quando se trata de Cristo, as coisas são diferentes. Ele diz, na verdade: “Você quer viver como eu vivi? Eis aqui o meu poder”. Eis que Ele nos fortalece no homem interior. “Você quer agradar meu Pai celeste? Eis a minha capacidade”. E Ele nos capacita pelo seu Espírito. Visto que tenho falhado muito mais do que tenho sido bem sucedido em meus sonhos, descubro que isso é muito encorajador. E talvez você tenha para dizer a mesma coisa. Tendo sido dominados pelo pecado nossas vidas inteiras, lutando para descobrir como chegar à tona da água a fim de respirar, podemos achar grande esperança na habilidade que Ele nos dá, não somente para respirar, mas para nadar livremente. Conforme você está percebendo, Cristo não somente viveu uma vida exemplar, mas Ele também nos possibilita viver como Ele mesmo viveu. Ele nos dá o seu padrão para seguirmos por fora, mas ao mesmo tempo provê por dentro o poder necessário. E adivinhe o que isso nos capacita a fazer? Ria de novo! Falo no melhor sentido da palavra quando digo que, durante anos, Jesus me tem feito rir. Porquanto temos o seu exemplo para seguir e o seu poder para imitá-lo, você e eu não mais temos que fingir, apressar-nos ou esforçar-nos. Uma vez que Ele obtenha o controle de nossas mentes, as atitudes corretas produzem ações corretas.