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domingo, 28 de outubro de 2012

- Série: Como o amor Age. Filemon -


Boa noite, Paz do Senhor

Nesses dias, vemos como o coração humano está se esfriando, mães matando filhos, pais espancando filhos e esposas, professoras maltratando alunos, alunos agredindo professores, dá para perceber que  amor não é mais o mesmo. E como nós, mensageiros do amor de Cristo, podemos reagir a tudo isso?
 Nesta carta em que Paulo escreve especialmente a Filemom, um irmão cristão que havia muitos escravos em Colossos, que, pela visita inesperada de Onésimo, um escravo fugitivo de Filemom, em que, ao conversar com Paulo, também se torna um cristão, pede  através desta, que Filemom aceite Onésimo de volta, não como um escravo, mas como um irmão em Cristo. Mostrando humildade e amor, Paulo pede por sua amizade, coisa que tem sido muito dificil nos dias de hoje.

Que Deus, nosso único oleiro, que pode nos arrumar, nos refazer e nos moldar da melhor maneira possível, possa nos abençoar nesta semana que se inicia! Seja verdadeiro, seja cristão!

Abraços!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -


A história de Abraão começa em Gênesis 11,26, com seu nascimento, e termina em Gênesis 25.9, quando é sepultado em Macpela pelos dois filhos, Isaque e Ismael. De todos os patriarcas, é o que tem o registro mais longo e isso reflete a importância de "pai de todos os que crêem" (Rm 4.11-17).

A fé que amadureceu lentamente

Existe um padrão distinto na maneira como a história de Abraão é contada:

(A1) Gênesis 11.27-32: Os primeiros eventos.
Ancestrais e nascimento. A família de Harã. Abrão e Sarai.
(B1) Gênesis 12.1 a 20.17: O conflito da fé.
(b1) Gênesis 12.1-20. Aventura e falhas.
Chegada à Terra Prometida. A promessa anunciada. A presença de Ló. A terra identificada. O abandono da terra em tempos de aflição. O Senhor promete, mas será que cumpre sua Palavra? A questão da fé e da perseverança.
(b2) Gênesis 13.1-18: Renovação do compromisso e novas falhas.
Retorno à terra. Ló. Contendas. Parte da terra cedida a Ló. A Palavra de Deus ajustada às circunstâncias humanas. Renovação da promessa. A questão da fé e da Palavra imutável de Deus.
(b3)Gênesis 14.1 a 16.16: Reclamação e mais falhas.
A defesa da terra exige ação resoluta. A promessa garantida por meio da aliança. A falaha com relação a Hagar. A questão da fé e da paciência.
(b4) Gênesis 17.1 a 20.18: A aliança é estabelecida.
Promessas detalhadas. A fidelidade do Senhor à sua aliança e a falha de Abraão, motivada pelo medo. A questão da fé e da confiança.
(B2) Gênesis 17.1 a 20.18: O amadurecimento da fé.
O nascimento de Isaque. Um novo título para o Senhor. A oferta de Isaque. A promessa mais uma vez renovada.
(A2) Gênesis 22.20-25.10: Os últimos eventos.
A familia de Harã. A morte de Sara. Uma noiva de Harã para Isaque. A morte de Abraão.
continua...


Vemos irmãos, que Abraão, mesmo tendo várias falhas, Deus não desistiu dele.
Se Deus não desistiu de Abraão, que foi o pai da FÉ... 
Deus não desistirá de nenhum de nós!
Que nesta tarde, possamos meditar nisso, e que essa história nos sirva de exemplo, mostrando que Deus não desistirá de ninguém mesmo com várias falhas!
Que sejamos colunas em nossa casa, em nosso trabalho, por onde formos!

Fiquem na paz!

Abraços

terça-feira, 16 de agosto de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -




Vivia em Ur dos caldeus e era descendente de Sem. Foi pai de Abraão e filho de Naor. Seus outros filhos foram Harã e Naor. Harã, que morreu ainda jovem em Ur, tinha um filho chamado Ló, o sobrinho de Abraão que tempos depois o acompanhou na viagem para Canaã. Terá reuniu toda sua família, saiu de Ur e dirigiu-se para o Norte, através da região conhecida como "o crescente fértil", que constitui o leito do rio Eufrates (v.28). Quando, porém chegou a um lugar chamado Harã, estabeleceu-se ali. Terá morreu naquele local, com 205 anos de idade (v.31,32). Posteriormente, Deus falou com Abraão e deu-lhe instruções para se dirigir a uma terra que no futuro seria dada aos seus descendentes.

Embora a viagem de Abraão para Canaã fosse claramente parte de seu compromisso de fé em Deus e obediência a um chamado divino, não existe indicação de que Terá também tenha recebido tal convocação. De fato, muito tempo mais tarde Josué lembrou ao povo de Israel que Terá vivia do outro lado do rio Eufrates e adorava "outros deuses". A mudança de Abraão para Canaã certamente foi considerada como uma decisão deliberada, a fim de afastar-se do passado de idolatria (Js 24.2.15). Terá posteriormente foi mencionado na genealogia de Jesus apresentada no evangelho de Lucas (Lc 3.34).

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -




Descendente de Sem. Foi pai de Naor e filho de Ragaú, portanto bisavô de Abraão (Gn 11.20-23). Também mencionado na genealogia apresentada pelo evangelho de Lucas, que vai de Jesus e José até Adão ( Lc 3.35).




Filho de Serugue. Com 29 anos de idade, tornou-se pai de Terá; portanto, era avô de Abraão (Gn 11.22-26;1Cr 1.26). Nenhuma informação adicional é dada sobre ele, mas seu nome aparece novamente na genealogia apresentada por Lucas 3.34, que vai de Jesus e José até Adão.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -



Em hebreu,"divisão", filho de Éber e descendente de Sem, era irmão de Joctã e pai de Reú; portanto, ancestral de Abraão, também mencionado na genealogia apresentada no evangelho de Lucas que vai de Jesus e José até Adão.

O texto diz que ele foi chamado de Pelegue. "porque em seus dias se repartiu a terra". Talvez a explicação mais razoável seja que essa é uma menção à Torre de Babel, quando as pessoas foram divididas em diferentes grupos linguísticos Gn 11).




Em Hebreu, "amigo", filho de Pelegue, portanto descendente de Sem, foi pai de Serugue. Assim, foi ancestral de Abraão, mencionado na genealogia apresentada no evangelho de lucas que vai de Jesus e José até Adão.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -





Filho de Arpaxade; portanto, neto de Sem (Gn 10.24; 1Cr 1,18,24). Com 30 anos de idade tornou-se pai de Éber (Gn 11.12-15; 1Cr 2.3; 4.21). Listado na genealogia apresentada por Lucas que vai de Jesus a Adão (Lc 3.35).




Éber, em hebraico, "através", foi pai de Pelegue e de Joctã; era descendente de Sem. Portanto, ancestral de Abraão; entrou na genealogia que vai de Jesus e José até Adão (Gn 10.21-25; 11.14-19; 1Cr 1.18,19,25; Lc 3.35).

Selá e Éber foram grandes homens em seu determinado tempo, foram colunas, e entraram na genealogia de Jesus.
Seja você também um grande homem, uma grande mulher, e entre no exército que virá um dia com Jesus para esmagar a cabeça da serpente!
Que Deus abençoe a todos, e uma semana mais que abençoada para todos!

Fiquem na Paz

quinta-feira, 14 de julho de 2011

- Colunas do Tabernáculo -



Pai de Selá e filho de Arfaxade, é citado na genealogia que liga Jesus a Adão, em Lucas 3,36. Seu nome não se encontra na lista de Gênesis 10.

Cainã apareceu na genealogia de Jesus, pois certamente foi um homem guiado por Deus.
Seja uma coluna, confie em Deus, e deixe que Deus cuide de sua familia, assim, um dia seu nome poderá estar listado no livro da vida, como um bom servo do Senhor.

Fiquem na paz!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -


Arpaxade ou Arfaxade, dependendo da tradução, foi um dos filhos de Sem. Foi o primeiro nascimento registrado depois do Dilúvio. A Bíblia diz que viveu mais 403 anos depois que gerou Selá e que teve outros filhos e filhas (Gn 10.22,24; 11.10-13). Ele é listado nas genealogias de Numeros 1.17-24 e também figura como filho de Sem na genealogia que vai de Adão a Cristo em Lucas 3.36.

Arpaxade foi o primogenito de muitos filhos e filhas, entrou na genealogia pois seguiu os passos de seus pais.
Seja também uma coluna. Siga os passos daquele que nos criou, Deus.

Abraços.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

- Colunas do Tabernáculo -



Sem, filho mais velho de Noé (Gn 5,32;6,10; 1Cr4,1,17). Ele e sua esposa acompanharam o patriarca na arca durante o Dilúvio (7.13; 9.18). O principal incidente na vida dele registrado na bíblia encontra-se em Gênesis 9.18-26. A despeito da destruição dos pecadores nas águas e do aparente começo de uma nova vida para Noé, o coração do ser humano continuava mau. O patriarca encontrava-se embrigado e despido em sua tenda. Cão, outro de seus filhos, provavelmente tirou algum proveito da situação, embora o texto não deixe claro qual foi exatamente o seu pecado. Quando ele saiu e contou aos dois irmãos, Sem e Jafé,eles entraram na tenda e, de costas, cobriram a nudez do pai com uma roupa, "de maneira que não viram a nudez do seu pai" (Gn 9.23).
Essa atitude fez com que Sem fosse abençoado a maldição. Sem viveu em torno de 600 anos e tornou-se ancestral dos povos que falavam a língua semita (Gn 10.22-31), enquanto Cão tornou-se ancestral dos cananitas. Sem tornou-se também ancestral do povo de Deus e ancabeça a genealogia que introduz Torá, o pai de Abraão (Gn 11.10-32). Mencionado na genealogia de Jesus, em Lucas 3.36.

Sem honrou seu pai, não vendo a sua nudez, e foi abençoado na terra e nos céus, tendo seu nome escrito na genealogia de Jesus.
Honre, e serás honrado na glória.

Abraços.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -




O homem inadequado


Por meio de Noé, a humanidade teve um novo início, uma segunda chance. Por isso, Gênesis 9,1-7 introduz reminiscências do Jardim do Éden (cf. Gn 1,28). Lamentavelmente, entretanto, apesar da graça, Noé continuava pecador; embora fosse o fundador de uma nova humanidade, como seu antepasado Adão, seria capaz de gerar somente filhos à sua própria imagem (5,3). Essa situação permaneceria até que um homem maior nos restaurasse e reconquistasse seu trono de alegria (Is 9.1-17)

Noé foi um homem bom, que ouviu a voz de Deus e ele e sua familia foram salvas. Dele veio o recomeço. Noé foi uma grande coluna em sua casa e em seu tempo.
Quer ser coluna? Ouça a voz do Senhor e obedeça, tenho fé que você será uma coluna se obedecer a voz que tudo fez.

Abraços.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -



A Aliança.

Gênesis 9,11 diz (literalmente): "Estabeleço convosco a minha aliança". A promessa retorna ao passado, para Gênesis 6,8. O Senhor tomou uma iniciativa de graça para com Noé. Em consequência, considerava-se preso por uma "aliança", uma promessa incondicional, dada voluntariamente, de maneira que, quando o justo castigo chegasse, o patriarca seria preservado na segurança da arca. Não estaria imune ao castigo, mas este viria de tal maneira que literalmente o levaria à salvação - exatamente a nossa posição em Cristo, simbolizada pelo batismo (1 Pe 3,20,21). Depois do Dilúvio, a aliança do Senhor com Noé foi elaborada em três formas que anteciparam o desenvolvimento dos pactos com Abraão e, Moisés e posteriormente, a Nova aliança. Primeiro, houve uma consagração responsiva (Gn 8,18-20). Numa atitude de gratidão pela salvação mediante a graça, Noé consagrou-se sem reservas (cf. Gn 22,2,12) a Deus. Segundo, ao homem que fora salvo pela graça, o Senhor estabeleceu as leis para uma "vida obediente" (Gn 9,1-7). Terceiro (Gn 9,8-17), a continuidade do relacionamento do Senhor com Noé foi confirmanda por um sinal da aliança. Se antes do Dilúvio houvesse algo semelhante ao arco-íris, o Senhor então teria tornado a figura familiar e lhe dado um novo significado - como mais tarde faria com o pão e o vinho. A palavra traduzida "arco-íris" de fato é "arco". Dali em diante, sempre que surgisse uma ameaça, Noé veria também o "sinal" de que nenhuma ameaça o singiria novamente: o Senhor prometera.
continua...

terça-feira, 14 de junho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -



Continuação Noé

Gênesis diz: "são estas as gerações de Noé". O termo "gerações" significa "aquilo que emerge de": eventos anteriores "gerando" fatos posteriores. No livro de Gênesis, essa fórmula marca um novo começo. Estamos prestes a aprender sobre a vida distintiva que "emergiu/nasceu" da obra inicial da graça (Gn 6,8). Noé tinha três características (versículo 9): no caráter, era justo; entre as pessoas do seu tempo, íntegro; e tinha comunhão com Deus. Entretanto, uma característica da vida da graça é destacada de maneira particular: a obediência detalhada e imediata à palavra do Senhor - ao receber a ordem para construir a arca, "assim fez Noé conforme a tudo o que Deus lhe mandou" (6,22;cf 7,5; 9,16). Não entrou na arca enquanto o Senhor não ordenou (7,1) nem saiu dela enquanto Deus não determinou (8,15,16) [embora soubesse que o Dilúvio já havia terminado]. Esta é a característica de Noé destacada em Hebreus 11,7:"avisado" significa "tendo recebido uma palavra divina" (Mateus 2,12,22; Lucas 2,26;Aots 10,22); "sendo temente a Deus" significa "sensibilidade espiritual à Palavra de Deus" (Lucas 2,25; Atos 22,12; Hebreus 5,7) - Em outras palavras, aceitação reverente das Escrituras, seguida pela obediência da fé.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -



A história de Noé (Gn 8,5 a 9,28) tem um prólogo (6,5-8) que estabelece o pano de fundo; a narrativa principal, que conta sobre a arca (6,9 a 8,18) e a aliança; e um epílogo (9,18-28) de degradação e morte. O prólogo mênciona como tornou-se um homem de destaque; a narrativa principal revela o resultado dessa destinção; e o epílogo mostra que não ele era suficiente deferente dos demais.
Três verdades de abrangência universal são mencionadas na primeira referência a Noé: "... a maldade do homem... arrependen-se o Senhor de haver feito o homem... destruirei... o homem que criei..." (Gn 6,5-7). Essas verdades não admitem exceções.
O "homem" engloba todos os seres humanos: todos os indivíduos são igualmente ímpios (versículo 5), a casua da triteza divina (versículo 6) e o alvo da destruição total (versículo 7). O novo Testamento (Mt 24,37; LC 17,26) usa esses versículos para descrever o mundo para o qual o Senhor Jesus um dia voltará. Nesta época, como aconteceu nos dias de Noé, não haverá salvação por nenhum outro meio a não ser pela graça. A tradução de Gênesis 6,8 é exata: "noé, porém" (isto é, ao contrário do que seria de se esperar, por todos os homens mereciam condenação), achou graça/favor". A frase ocorre 40 vezes no Antigo Testamento. Às vezes nada mais indica senão uma gentileza (1 Sm 20,20) mas mesmo em tais casos im,plica um favor imerecido ou que poderia ser suspensa.
Quando, porém, é usada de maneira mais distinta (Rt 2,2,10,13) e certamente onde o homem e Deus estão envolvidos (Jz 6,17), enfatiza um ato de pura graça, não merecida nem provocada. Assim aconteceu com Noé. A tradução "Noé achou graça" é exata mas o verdadeiro significado é expresso pela ordem inversa: " A graça achou Noé"
Numa situação de juízo total, o Senhor agiu com uma livre manifestação de graça imerecida.

continua...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

- Colunas do Tabernáculo -



Lameque, pai de Noé. A queda destruiu a base econômica da vida (Gn 3,17-19). Ninguém mais iria "comer livremente de toda árvore do jardim"; pelo contrário, haveria uma batalha interminável entre o homem e o meio ambiente, unicamente pela sobrevivência. Parece que Lameque ansiava pelo dia em que essa maldição teria fim; confiante em que essa maldição teria fim; confiante em que esse dia já estava próximo, chamo seu filho de "Noé", um nome relacionado com o verbo "descansar". Por intermédio dele, realmente um "novo mundo" teve início (Gn 8,15), sob a bênção divina (Gn 9,1) e o sinal de uma aliança (9,17); mas Noé não era o"filho" de que o mundo carregado de maldição precisava (9,20). Essa tarefa seria realizada por um Filho imensamente maior!

Lameque, foi um grande homem em sua geração, pois teve coragem e confiou que seu filho poderia e iria mudar a vida de todos, com sua fé, seu filho Noé foi o escolhido para ser aquele que salvaria a humanidade desse mundo mal.

Quer ser coluna em seu tempo? Tenha coragem e confie no Deus que pode mudar a vida da sua geração!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -



Matusalém, em Hebraico, possivelmente "o homem da lança'. Filho de Enoque, ficou famoso por ser o homem registrado na bíblia que mais viveu sobre a face da Terra: 969 anos. Tornou-se pai de Lameque quando tinha 187 anos e depois avô de Noé (Gn 5.21-27; 1Cr 1.3). Mencionado na genealogia que vai de Jesus a Adão, em Lc 3.37.

terça-feira, 24 de maio de 2011

- Série: Colunas do Tabernáculo -




Num vivído contraste com o filho de Caim, a Bíblia descreve em gênesis 5 outro Enoque, da linhagem de Sete, filho de Adão e Eva que ocupou o lugar de Abel, morto por Caim (Gn 4.25). A maioria dos seus descendentes permaneceu fiel ao Senhor e o adorava. Enoque, Foi um homem notável nessa linhagem piedosa (Gn 5,18,19,21,22; 1Cr 1,3). Viveu um total de 305 anos e "andou com Deus". Em outras palavras, levou uma vida justa, a serviço do Senhor. Em vez do registro de sua morte, a Bíblia simplesmente diz, "e já não era, porque Deus para si o tomou" (Gn 5.24)

Como membro da linhagem dos descendentes de Adão que permaneceram fiéis ao Senhor, Enoque também apareceu como ancestral de Jesus, em Lucas 3.37. O escritor da carta aos Hebreus, ao comentar sobre a fé de alguns dos grandes heróis do passado, diz que Enoque "Foi trasladado, para não ver a morte", porque "alcançou testemunho de que agradara a Deus" (Hb 11.5). O escritor vai mais adiante, e destaca que só é possível "agradar a Deus", por meio da fé nele. Assim Enoque foi considerado "justo" perante o Senhor, por sua fé; um ensino que o escritor demonstra ser essencial para o entendimento adequado do cristianismo.
Não há dúvidas de que Enoque foi "trasladado", ou simplismente removido da Terra para a presença de Deus, sem experimentar o sofrimento ou a dor da morte. Como isso aconteceu ou por que ele em particular foi escolhido para ter esse grande privilégio não é revelado nas Escrituras.

Esse foi Enoque, o homem que além de ser uma coluna em seu tempo, agradou a Deus e foi trasladado. Quer agradar a Deus como Enoque? Siga a Ele e obedeça-o e será uma coluna na sua casa, em seu trabalho, escola, igreja, aonde quer que for.
Abraços.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Série: Colunas do Tabernáculo

Paz do Senhor amados!
Hoje, continuando o nosso estudo sobre os homens que foram colunas no seu tempo, entrando para a genealogia de Cristo, iremos falar sobre Maalalel ou Maalaleel.
Filho de Cainã, era um dos antigos líderes no princípio da humanidade viveu 895 anos. Foi pai de Jarede, que também foi listado na genealogia de Jesus apresentada no livro de Lucas.

Um lider, que se tornou uma coluna,siga a Cristo, faça a vontade dEle, e serás também uma coluna em seu convívio familiar.
Abraços!

domingo, 1 de maio de 2011

Série: Colunas do Tabernáculo


Paz do Senhor!
Continuando a série da genealogia de Jesus, hoje, vamos falar sobre Cainã, filho de Enos. Cainã tornou-se pai de Maalaleel aos 70 anos de idade. Pertencia ao antigo grupo de líderes de todo o povo e viveu 910 anos.

Ele foi um lider, uma coluna, e você também pode ser, basta entregar a sua vida pra Deus e Ele te honrará.

Fiquem na paz!
Abraços,

terça-feira, 26 de abril de 2011

Série: Colunas do Tabernáculo


Neto de Adão e filho de Sete, viveu 905 anos (Gn 4.26 ; 5.6-11; 1 Cr 1.1). Em seu tempo, a bíblia diz que "os homens começaram a invocar o nome do Senhor" (Gn 4.26). A inteção aqui é estabelecer um contraste direto entre os descendentes de Sete e sua obediência ao Senhor e a linhagem de Caim, a qual foi mencionada previamente em Genesis4. Enos também é citado na genealogia que vai de Jesus até Adão. (Lc 3.38).
Enos foi a coluna de seu tempo, foi aquele que fez seu povo voltar invocar o nome do Senhor. Um grande homem, aquele que sustentou a obra do Senhor naquele tempo.

Seja você também uma coluna em seu tempo, invoque o nome do Senhor aonde quer que for.

sábado, 23 de abril de 2011

Sete, o terceiro filho de Adão e Eva, quando Adão tinha 130 anos de idade. Nasceu depois que Caim matou Abel. Gênesis 4:25 diz que Eva deu-lhe esse nome porque "Deus me deu outro descendente do lugar de Abel, que Caim matou". O vocábulo hebraico talvez derive do verbo "conceder" ou "apontar". Devido ao pecador de Caim e a morte de Abel, a linhagem oficial de Adão e Eva foi estabelecida por meio de Sete, gerado à semelhança e conforme a imagem de Adão (Gn 5:3-8).
Sete teve seu nome na genealogia de Jesus, pois foi o "perfeito" , o bem da balança para sua geração.