terça-feira, 25 de dezembro de 2012

- As profecias do nascimento de Cristo -


Bom dia queridos irmãos!

Hoje é um dia especial, não especialmente hoje, pois Jesus nasceu entre setembro e outubro, mas mesmo assim, o dia 25 de dezembro se torna especial. É uma pena que o capitalismo e a comercialização fazem do natal uma data em que ao invés de se comemorar o verdadeiro natal, comemoramos a vinda do papai Noel. Nós cristãos, não devemos esquecer o que essa data representa para nós, pois sem a vinda de Jesus, o que seria de nós?!
Então, para relembrar a tão esperada data, vamos ver as várias profecias em que esperamos o nosso Salvador?!

Isaias 9.7 cf. Mt 1.1
Ele será descendente do rei Davi; o seu poder como rei se multiplicará sobremaneira, e haverá plena paz em todo o seu Reino. As bases do seu governo serão a verdade  e a justiça, desde agora e para sempre, o zelo de Yahweh, o Senhor dos Exércitos, fará com que tudo isso se realize!

Isaias 7.14 cf. Mt 1.21,25 eLc 1.35
Pois sabei que o Eterno, o Senhor, ele mesmo vos dará um sinal: Eis que a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o Nome dele será Emanuel, Deus Conosco!

Miqueias 5.2 cf. Mt 2.6
"No entanto tu, Bete-Lechem, Belém, Casa do Pão; Ephrathah, Efratá, Frutífera, mbora pequena demais para figurar entre os milhares de Judá, sairá de ti para mim aquele que será o governante sobre todo o Israel, cujas origens são desde os dias da eternidade!"

Oséias 11.1 cf. Mt 2.15
"Quando Israel era menino, eu o amei muito, e do Egito chamei o meu filho.

Que natal de você seja mais que abençoado, que Deus possa te dar, todos os presentes que o homem não pode te dar, Amor, Alegria, Paz e Salvação!
Abraços,
E Feliz Natal!!

Bibliografia


Bíblia King James BKJ - Edição de Estudo - 400 anos - SBIA Sociedade Bíblica Ibero-Americana; Editora Abba.

Day J. - Estudo das principais Narrativas do Novo Testamento em Ordem Cronológica/ Jackson Day - Santa Bárbara d'Oeste, SP: SOCEP Editora,2010

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

- Efésios 5.16 -


Chegou o dia. Mais um ano, mais um aniversário, mais presentes, mais algumas expectativas, sonhos ao fechar os olhos e fazer seus pedidos... Quer continuar vivendo assim ou está aberto a mudanças?
É uma chance de festejar, agradecer e refletir sobre o que está realizando atualmente em sua vida. Este é o dia em que você nasceu em que a sua vida começou e é também o dia em que sua vida pode mudar.
O amanha ensina o conceito de renascer. O ano que já inicia é celebrar um novo começo. Não importa como as coisas transcorreram ontem, ou mês passado, temos sempre a capacidade de tentar de novo. Hoje, torna-se o momento oportuno para fazer um balanço de nossas realizações passadas e assumir novas decisões.
Aproveite para pensar sobre o papel que a PALAVRA DE DEUS ocupa em sua vida. Pergunte para si mesmo qual a distância dos atos que você praticou daqueles que você ainda pode praticar e adicionar.
Investigue francamente: "Estou utilizando meu tempo apropriadamente ou o desperdiçando em coisas fúteis e passageiras?
Aproveite a chance. Comece com a introdução de pequenos atos. É muito fácil declarar que você está simplesmente agradecido; torna-se muito mais significativo, no entanto, demonstrá-lo através de uma boa ação, algo que não fez ontem. Não porque alguém lhe está convencendo a fazê-lo ou forçando-o, mas simplesmente porque a voz do seu coração (Pai, Filho e E.S)
Esta é a verdadeira experiência do nascimento, o começo verdadeiro para uma vida significativa.
Não se esqueça de agradecer a Ele, o primeiro a entrar em sua vida, seu convidado permanente, o maior amigo desde o dia de seu nascimento: aquEle que certamente nunca lhe abandonará Deus. Conhecendo homem, muitos se preocupam com o próprio futuro:
“Como será o próximo ano para mim?”
Alguns estão preocupados com o futuro material:
Quanto ganharão no ano vindouro?
Como será sua saúde?
Conseguirão se casar?   Terão filhos?
Outros se concentram em desejos espirituais:
Conseguirão adquirir sabedoria?

Serão inspirados com amor e temor a Deus?

Todos estes desejos podem ser expressos em muitos planos, com várias motivações. Quando, no entanto, eles são reduzidos a mais baixa questão que supera todas as outras é: Deus me dará aquilo que desejo no próximo ano?
No entanto, o que realmente deveríamos pensar não é naquilo que desejamos, mas naquilo que Ele deseja.


Um feliz natal para toda a sua família, que Jesus venha abençoar a sua noite, e esse findar de ano.

Abraços!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

- Série: Como o amor age. Filemon -


Boa noite irmãos! Paz do Senhor!
Continuando a série "Como o amor age, Filemom", vamos ver o que Paulo diz a Filemom, seu irmão em Cristo, sobre o amor que devemos ter com os outros.
Você certamente deve orar, de joelhos, deitado, em pé, clamando, cochichando, mas ora, não importa a frequência,  cada um tem o seu ritmo, mas, você ora pelo seu irmão? e pela sua igreja? Seus inimigos? Se a resposta for negativa, há um erro grave em sua oração.
Paulo diz nas cartas que sempre lembrava de Filemom em suas orações, isso quer dizer que, apesar dele estar preso, passar por necessidades, sofrer por estar longe da família e das pessoas que mais ama, ele ainda orava por seus irmãos que estavam lutando fora do cárcere, e o que devemos aprender com isso?! Devemos aprender que não importa nossa situação, o que vivemos e outras coisas mais, devemos orar não só pelas nossas dificuldades, mas reservar um bom tempo para orarmos para as pessoas que amamos, para as que não amamos, e até para quem nós ainda não conhecemos, pois um dia, todos nós nos encontraremos no nosso eterno lar, Deus nos colocou de pé para orarmos pelos caídos, ajudar nossos irmãos a se levantarem, dar-mos o exemplo de Cristo ajudando o próximo, e mostrando que a bondade e o amor de Jesus está em nós.
Não deixe de orar, Deus ama ouvir sua voz, mas todas as vezes que for orar, lembre-se sempre não só da sua familia natural, sua casa, mas da sua familia espiritual, de seus inimigos, que talvez nem conheçam a Cristo, para não só a sua casa, mas, todos possam desfrutar do verdadeiro amor que está em Cristo nosso Senhor!
Que a grande paz de Jesus estejam com vocês!

Abraços!

domingo, 28 de outubro de 2012

- Série: Como o amor Age. Filemon -


Boa noite, Paz do Senhor

Nesses dias, vemos como o coração humano está se esfriando, mães matando filhos, pais espancando filhos e esposas, professoras maltratando alunos, alunos agredindo professores, dá para perceber que  amor não é mais o mesmo. E como nós, mensageiros do amor de Cristo, podemos reagir a tudo isso?
 Nesta carta em que Paulo escreve especialmente a Filemom, um irmão cristão que havia muitos escravos em Colossos, que, pela visita inesperada de Onésimo, um escravo fugitivo de Filemom, em que, ao conversar com Paulo, também se torna um cristão, pede  através desta, que Filemom aceite Onésimo de volta, não como um escravo, mas como um irmão em Cristo. Mostrando humildade e amor, Paulo pede por sua amizade, coisa que tem sido muito dificil nos dias de hoje.

Que Deus, nosso único oleiro, que pode nos arrumar, nos refazer e nos moldar da melhor maneira possível, possa nos abençoar nesta semana que se inicia! Seja verdadeiro, seja cristão!

Abraços!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

- Qual semente você é? -


Afluindo uma grande multidão e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola: Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um. Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Que parábola é esta? Respondeu-lhe Jesus: A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam; e, ouvindo, não entendam. Este é o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra , a recebem com alegria; estes não tem raiz, creêm apenas por algum tempo e, na hora da provação se desviam. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.
Lucas 8.4-15
Lembre-se sempre de tudo o que Deus diz para nós, todos os dias. Não deixe que a sua semente, a sua vida, seja levada por um passaro, sufocada por espinhos ou seca por falta de água, cuide dela, e sempre a regue com muita água da vida eterna, para que um dia, todos nós possamos brindar com o cordeiro, que disse essas palavras para nós.
Que a sua semana seja abençoada por Deus.

Abraços!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

- Decisão -

DECISÃO



"Quanto amo a tua lei!
É a minha meditação, todo o dia!
Os teus mandamentos me fazem
mais sábio que os meus inimigos;
porque, aqueles, eu os tenho sempre comigo.
Compreendo mais que todos os meus mestres,
por que medito nos teus testemunho.
Sou mais prudente que os idosos,
porque guardo os teus preceitos.
Lâmpada para os meus pés é a tua palavrae luz para os meus caminhos"

Essas palavras encontradas em Salmos 119:97-100;105 nos encorajam a buscar o conhecimento e a sabedoria da Palavra de Deus. Torna-se muito mais fácil tomar decisões quando conhecemos os preceitos do Senhor, embora, para isso, precisamos estar dispostos a sermos obedientes a Deus, em detrimento da nossa vontade e dos nossos desejos, e de oportunidades que, aos nossos olhos, parecem ser vantajosas e imperdíveis.
Bom é comprovar os resultados de uma decisão certa e poder experimentar o quanto isso fortalece a nossa fé e a nossa confiança no Senhor.
  Em que você costuma se basear para tomar decisões?

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

- A Revelação por meio dos nomes divinos -


Os nomes e epítetos Eloím e Iavé já foram apresentados em discussões ante­riores a respeito de Deus como Criador e daremos novamente atenção a eles no desenvolvimento da narrativa de sua conduta com a humanidade e, em especial, com Israel. Por isso, a consideração subseqüente dos nomes divinos trata apenas de alguns nomes menos conhecidos e que ocorrem menos.
Abraão, um ano antes do nascimento de seu filho Isaque, desanimado com a espera para ter um filho da aliança, foi visitado pelo Senhor que lhe disse: "Eu sou o Deus todo-poderoso; ande segundo a minha vontade e seja íntegro. Esta­belecerei a minha aliança entre mim e você e multiplicarei muitíssimo a sua descendência" (Gn 17.1,2). Essa é a primeira ocorrência de uma auto-designaçäo por meio da qual Deus revelou algo de seu caráter. Os outros nomes encontrados até aqui — Eloím (Deus) e Iavé (o Senhor) — são apenas declara­dos no texto e nunca são pronunciados pelo Senhor em algum sentido revela­dor. Conforme acabamos de mencionar, esses nomes receberão o tratamento devido em outros cenários mais reveladores. Como para o nome com o qual Hagar descreveu Deus no deserto; o nome usado, embora fecundo do ponto de vista teológico, foi a reação dela mesma ao que viu e àquele que ministrou para ela em seu momento de necessidade. Assim, ela chamou-o, pelo menos, de forma indireta de El Lahai Roi, "aquele que vive e vê" (Gn 16.14).
El Shaddai traduzido em Gênesis 17.1 por "Deus todo-poderoso", tem etimologia dúbia, mas pelo uso transmite a idéia daquele todo abundante que se aproxima em momentos de especial urgência e, por meio de seu poder, satisfaz a necessidade do homem. O nome, em sua primeira ocorrência, está associado com a bênção da aliança, particularmente na multiplicação da descendência (cf. Gn 12.2; 15.5). Isaque, invocando o nome El Shaddai, reiterou a bênção para seu filho Jacó para que este fosse "prolifero e muitipli[casse] os seus descendentes" (Gn 28.3). Depois do retorno de Jacó de Padã-Arã, Deus mesmo apareceu-lhe, identificando-se como El Shaddai, e prometeu: "De você procederão uma nação e uma comunidade de nações, e reis estarão entre os seus descendentes" (Gn 35.11). No fim, Jacó, em seu leito de morte, abençoou os filhos de José, Efraim e Manasses, desejando-lhes as mesmas coisas que El Shaddai prometera para ele (Gn 48.3,4; cf 49.25). O tema usual que permeia o uso do epíteto El Shaddai é mais evidente, é nesse nome e por meio desse nome que o Senhor abençoará seu povo Israel nas eras por vir.
Êxodo 6.2-5 é uma passagem crucial para o uso do nome El Shaddai vis-à-vis com a designação mais comum de Deus de Iavé (SENHOR). Na véspera da apresentação de Moisés diante do faraó, Deus disse-lhe: "Eu sou o SENHOR. Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como o Deus todo-poderoso, mas pelo meu nome, o SENHOR, não me revelei a eles" (w. 2,3). Afora as questões críticas, permanece o enigma da sugestão de Deus de que não se dera a conhecer como Iavé quando, na verdade, há inúmeras ocorrências desse nome nas narrativas dos patriarcas e até mesmo nos lábios dos próprios patriarcas. Na verdade, Gênesis 4.26 afirma explicitamente: "Nessa época [antes do dilúvio] começou-se a invocar o nome do SENHOR [ou seja, Iavé]".
A solução teológica mais satisfatória é que Deus jamais invocou seu nome Iavé enquanto fazia as promessas da aliança para os patriarcas, embora esse nome ocorra regularmente em contextos de aliança (por exemplo, 12.1; 15.1; 22.15).
Ele, antes, revelou-se como El Shaddai nessas situações. Agora, algo novo e muito importante está para acontecer na vida de Israel sob o comando de Moisés. Imediatamente, a questão deixou de ser terras, bens e descendência, mas a do êxodo redentor e da antecipação de uma aliança na qual Israel se empenharia em devotamento ao grande Rei, e nome Iavé capta melhor todas essas coisas envolvidas na aliança. El Shaddai, agora, daria lugar a Iavé como o nome pelo qual Deus dirigia o curso da história sagrada.
A revelação subseqüente deixa isso claro. A ocorrência do epíteto El Shaddai (ou apenas Shaddai) quase sempre é em textos poéticos e como paralelo a Iavé ou Eloím (por exemplo, Nm 24.4,16; Jo 5.17; 6.4,14; 8.3,5; 11.7; 13.3;passim em Jó; Sl 91.1; Is 13.6). Os outros usos carregam pouca ou nenhuma relevância teológica especial (Rt 1.20,21; Sl 68.14; Ez 1.24; 10.5; Jl 1.15).

Fonte: Eugene Merrill – Teologia do Antigo Testamento.